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domingo, 20 de janeiro de 2013

Portas entrando em automático!

Menos de duas semanas para o início de uma nova aventura!

Hora de começar as listas do que levar, checar os documentos, passagens, organizar-se. Também tempo de tirar o pó da mala, de lavar as roupas de inverno, já que desta vez o destino inclui frio.

Esvaziar a memória da máquina, ver o que é necessário comprar, pensar muito bem do que levar, nada de muito peso!

Momento de deixar a vida organizada, para tirar uma folga dela.  Deixar o trabalho em dia, organizar a sala, agendar as contas... 

Agora a melhor parte, preparar-se para o novo. Perder a preguiça, "desacomodar-se".  Ter disposição para os vôos, as estradas, a língua nova, as pessoas e sabores diferentes. 

Começando a mudar de ritmo, adoro!

O destino e as aventuras serão temas das próximas postagens. 

Já com vontade do friozinho na barriga na hora da decolagem!

Ready to go! Ops... pronta ad andare!
   

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

La Paloma - Uruguay


No final de ano descobri um rico de um lugar que não conhecia, uma praia muito bonita, La Paloma no Uruguay. Fui com minha família, uma amiga e nos encontramos com outros amigos, também recebemos a visita de uns primos. 


La Paloma fica a 240 km de Montevidéu, 90 km de Punta del Leste e a 160 km do Chui e é "notável por sua tranqüilidade e belas praias, cujo comprimento é de aproximadamente 20 km. A população permanente é 5.300 habitantes, aumentando para 30.000 chegadas de turistas nos meses de verão (janeiro-fevereiro)" (wikipédia). 



Nossa casa tinha vista para o mar e uma ampla sacada. Tivemos sorte e pegamos tempo bom, então aproveitamos muito as praias, que apesar de movimentadas nem se comparam com as do Brasil, pois há bastante espaço. A cidade é organizada e tranquila para um feriadão de ano novo.  


Na noite do ano, assim como em quase todo a parte sul do Brasil a chuva foi grande, porém não atrapalhou a comemoração. Ficamos impressionados com a quantidade de fogos de artifício. Pelas minhas contas mais de vinte e cinco minutos, mas a diferença é que não era um show de fogos, e sim fogos vindo de todos os lugares, de hotéis, pousadas, casas... ficamos encantados, eu ainda mais, pois adoro, não me cansei de olhar.  


Além das praias, das companhias e do tempo bom o Uruguay sempre tem um diferencial a oferecer. Os chivitos, a melhor salsicha, o sorvete da Pop de La Paloma, as parrillas, Conaprole, Patricia, hmmmm, tudo uma delícia, todo mundo volta com uns quilinhos a mais.  
A Carol Cunha, minha amiga foi a fotógrafa da viagem, então todas as fotos do post são dela.
Recomendo uma estadia um La Paloma para quem gosta de natureza, praia e comidas. 

Termino o post com uma foto minha e dos meus irmãos, não andamos tirando muitas fotos juntos, mas aqui está uma foto do trio Maia Garcias bem atual. Aproveito para desejar um bom final de semana para todos.



Dicas práticas: quem resolver visitar o local não deve esquecer de que para a entrada no Uruguay é necessário documento de identidade atual e em bom estado ou passaporte e também a Carta Verde. Uns amigos meus que são de outra cidade pensaram em ir, mas a falta da documentação os impediu. 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Retomando o meu lugar na janela

Depois de praticamente um ano de "férias" no blog, hoje ele está recomeçando.
Nos últimos tempos fiz várias pequenas viagens, e no ano passado também, mas acabei não "dividindo"-as por aqui, por falta de tempo, de hábito, de concentração.
O ano passado foi um ano corrido para mim, na verdade não parei quieta, além dos dois empregos ainda fiz curso aos finais de semana sobre direito, passei a jogar pádel com maior frequência, campeonatos, excursões,  curso de italiano, concursos, etc e assim o blog acabou ficou um pouco de lado.
Num dia desses comecei a rever as postagens e os comentários e fiquei com uma saudade.
Também me incentivei a voltar a escrevê-lo ao ler o livro "Um lugar na janela" da Marta Medeiros, no qual a escritora faz relatos de algumas viagens que já fez. Me lembrei o quanto é rico e prazeroso trocar informações, recordações, impressões sobre viagens. 
Aconselho o livro para quem gosta de viajar, talvez para quem não tenho o hábito não tenha a mesma graça, mas quem sabe ele não gere uma vontade de sair da zona de conforto de suas casas e o faça "cair" no mundo (o papo da falta de dinheiro para muitos não cabe, sempre penso, menos restaurante, menos roupa de marca, e mais viagem). 
Ler sobre viagens me dá mais vontade de viajar e acho que viajando muito se ganha, incentivar as pessoas a viagens é algo me agrada, assim como trocar experiências, impressões e dicas sobre viagens e o blog é um instrumento que me permite isso. 
Adoro quando alguém fala, fui no lugar que tu me falou e gostei, achei isso ou aquilo. 
Sabem aquela conhecida frase "viajar é a única coisa que você compra que te deixa mais rico", é bem isso! 

"Viajar não cura sofrimentos, mas nos faz perceber que podemos ser bem mais do que turistas esporádicos - podemos, isso sim, ser viajantes durante os 365 dias do ano, em qualquer lugar em que se estiver, incluindo onde se mora. Comprometer-se com o encantamento contínuo pela vida não impede desconfortos do coração, dívidas com o banco ou conflitos familiares, mas dá uma trégua pra alma". Marta Medeiros 

sábado, 27 de agosto de 2011

E a volta...

Esse dia feio, a lareira, permitiu e incentivou a atualização do blog.

Precisava tirar a "roupa" de viagem dele, e escrever.

A viagem foi ótima, adorei!

Minha mala foi perdida na volta, a conexão de em Lisboa foi muita corrida então nós conseguimos entrar no avião, mas a mala não. Três dias depois do retorno a mala chegou aqui em casa bem direitinho.

Os acontecimentos violentos em Londres dos últimos dias de nossa estadia fez com que tivéssemos que dormir no aeroporto já que nosso vôo era as seis da manhã, check in às quatro horas.

Eu, dormindo num aeroporto, achei que isso nunca iria acontecer pelo simples fato de achar que nunca conseguiria numa situação dessas, não sou uma pessoa com tanta facilidade para dormir assim, mas o cansaço, a hora, tudo junto, fez com que uns bancos fossem o lugar ideal para tirar um bom sono e principalmente, o fato de todo mundo no aeroporto estar dormindo, dezenas de pessoas dormiam por todos os lugares, no meio dos corredores, atirados no chão, até que eu e a Luciana encontramos um lugar bem bom, meio escurinho, num cantinho. Mas ninguém tava preocupada com isso, as pessoas dormiam em qualquer lugar mesmo.

Rimos ao passarmos por duas mulheres dormindo no chão, com a cabeça em suas mochilas e com um bilhete bem grande, escrito em inglês em uma folha de caderno que dizia o seguinte:

"Se estivermos dormindo às seis horas, por favor, nos acorde".

Tirei uma foto da Luciana dormindo, tinha que registrar esse momento.

Li uma crônica da Martha Medeiros essa semana e me identifiquei muito, uma parte dela é a seguinte:

"(...) Na cidade da gente, nos agarramos aos nossos hábitos e aos nossos vínculos. Estando fora, viramos uns desgarrados e naturalmente nos abrimos para conhecer novas culturas, novos costumes e novas pessoas (...). Viajando, ficamos mais propícios ao risco e à experimentação. Encaramos o bacon no café da manhã, passeamos na chuva, vamos ao super de bicicleta, dormimos na grama, comemos carne de cobra, dirigimos do lado direito do carro, usamos banheiro público, fazemos confidências a quem nunca vimos antes. O passaporte nos libera não só para a estrada em outro estilo de vida, muito mais solto do que quando estamos em casa, na nossa rotina repetitiva".

É bem isso que acontece, em um mês não dormi só no aeroporto, dormi em inúmeras camas, comi o que tinha para comer, e sabem o que isso que foi o melhor da viagem, a falta da rotina, de frescura, as adaptações às situações, o diferente, o novo. Coisa bem boa viajar!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carta diretamente de Londres

Queridos familiares e amigos,
Oi! Como está tudo por ai? Já sinto falta de saber as novidades e o que está acontecendo no Brasil.
Primeiramente quero dizer que não precisam se preocupar, realmente estão acontecendo algumas coisas violentas aqui por Londres, saques, manisfestações, rebeliões e esses tipos de coisas, mas tudo isso numa área afastada do centro de Londres, do lugar onde estamos hospedadas aqui (Balham) e também da nossa escola.
Além disso, acho que por causa desses acontecimentos eles aumentaram o policiamento e nos pontos turísticos e principais da cidade tudo está muito calmo. Estamos nos cuidando, não se preocupem.
Hoje minha aula foi sobre notícias nos jornais então aprendi várias palavras. A escola é bem legal.
Falta poucos dias para volta, e eu estou com um misto de sentimentos. Vontade de não ir embora, começo a me afeiçoar e me acostumar com as pessoas e coisas daqui, ao mesmo tempo que fico com saudades da minha cidade e das "minhas pessoas".
O fato de minhas férias acabarem juntamente com a minha viagem colaboram para o fato de eu não querer saber de ir embora. Já adoro a escola, a familiaridade com o metro, os lugares aos quais tenho ido.
Mas também fico louca para entregar os presentes que já estão enchendo a minha mala e matar as saudades de todos. Estou aqui, escrevendo sentada na minha cama com um bichinho que comprei para a Gabi do meu lado, imaginando como vai a reação dela quando ela receber. Ontem vi um vídeo com a Helena e fiquei revendo, impressionada com o tamanho dela. Saudade das minhas guriazinhas!
Vontade também de logo passar para os meus alunos as coisas que ando aprendendo, contar as histórias que estou levando e tudo mais.
E por falar em contar, as gurias e a minha irmã tão impressionada em como eu falo e conto coisas, vontade de contar essa viagem que eu estou gostando tanto, para as pessoas que eu tanto adoro.
Assim eu fico, aproveitando cada segundinho de resta, pensando que é uma pena que está terminando, mas também que, "tá bem", não vai ser tão ruim voltar. Mas confesso que se pudesse ficava mais um pouquinho que fosse. Como ainda tenho uns 4 dias, vou fazer eles render muito.
Dos próximos planos, mais uma ida ao teatro, ida a Greenwich, museu, mais pubs, últimas comprinhas e mais um pouco de inglês :)
Saudades,
Clá

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Algumas fotos Amsterdan



Ainda Berlim

Estou muito atrasada com as postagens. Já estou em Londres há alguns dias e antes disso, ainda passei alguns uns dias em Amsterdan.

Aqui em Londres, a escola, as minhas amigas Letícia e Renata, a família na qual estamos hospedadas e a cidade cheia de coisas para fazer está me deixando sem tempo para as postagens. As farei, porém quando não sei. Estava aqui olhando meu diário de viagem, que também está super atrasado e então vi que sobre Berlim fiz algumas anotações, as quais publico aqui para finalizar as postagens sobre ela.


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BERLIM


- apartamento cheio de livros, perto da estação;


- ursos pela cidade;


- modernidade;


- ônibus n° 100 de dois andares, para passar pelos pontos turísticos;


- duas cidades em uma só;


- um pedaço de muro que significa tanta coisa;


- frio (mais do que se esperava);


- zoológico;


- tantas crianças loirinhas;


- um sistema de trem e metros mais díficil de utilizar do que os das outras cidades;


- o inglês sendo cada vez mais necessário e essencial;


- pessoas tão altas;


- a cidade estava um cinza, da mesma forma que eu imaginava quando estudava história.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Contrastes

Em Berlim fomos até o local onde ainda resta um pedaço do muro que dividiu Berlim.

A parte da ex-Berlim Oriental é bem mais bonita que a Ocidental. Enquanto no Oriental encontramos prédios antigos e muita história para ver e sentir, na ocidental os muitos e muitos prédios "moderníssimos" deixam tudo sem muita novidade. Entre toda a modernidade da cidade, tem um prédio que é ambicioso e ai sim dá para sentir a diferença. É o complexo da Sony, estava tentando encontrar alguma foto boa, mas nenhuma consegue demostrar qual a real sensação ao entrar no centro dele. Mas assim, resumindo, me senti no futuro.



Mas voltando ao assunto inicial, que era o muro, ele é um simples muro, mas que tem importância quando nos damos conta do que ele realmente significou. Ele está pintado por artistas, e são dezenas de "quadros". Gostei desse, mais especificamente da frase, por que será?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Praga

O nome dessa cidade não é adequado, pois Praga é algo ruim e não há nada de ruim nesse lugar, ao contrário, é uma das cidades mais bonita que eu já conheci, se não a mais bonita.

As cores, os prédios antigos, a limpeza, a segurança, as pontes, as estátuas, tudo é lindíssimo.

Além disso tudo, o astral é muito bom e a magia paira no ar. A fantasia de qualquer um é estimulada no meio de castelos, bonecos, marionetes, pontes, músicos, cornetas, estátuas os quais estão por toda a parte.

Fico imaginando as caras dos meus alunos se vissem tudo isso aqui, pois até "gente grande" fica encantada, sem piscar ao ver os marionetes e os bonecos que passam no relógio a cada hora. Fico imaginando os pequenos.

Estou tentando aprender a manipular marionetes, quem sabe até a volta já saiba comandar o boneco.

Fomos em peças no Teatro de Luz Negra e no Teatro de Marionetes, os dois tipos de teatros tradicionais de Praga, muito diferente essas formas de fazer teatro, vale a pena conferir, pois não é algo que vejamos no Brasil ou em outro lugar.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Veneza
































No filme Comer, Rezar e Amar os personagens em um momento comentam sobre qual a palavra definiria cada cidade. Eu acho que a que defini Veneza é ÁGUA, mas não achem que é pelo óbvio motivo dela ser cercada e cortada por muita água, e sim porque água significa para mim muita coisa. Não é a simples H2O, como aprendemos na escola, insípida, inodora e incolor quando tratada, e nem só a fonte da vida. Para mim ela é revigorante, energética, inspiradora. O astral que a água dá para uma cidade é inegável, imaginem o Rio de Janeiro sem o mar, Veneza sem seus canais e até Pelotas sem a lagoa e o arroio, não iam perder toda a graça?

Veneza para mim foi uma surpresa, não tinha a exata noção da dimensão da água.

Como um bom banho quente em um dia frio ou um fresquinho em dia quente, Veneza é acolhedora e revigorante. Não tem como não sair dela mais feliz do que chegou, com a cabeça mais no lugar, mais descasanda e energizada.

Me lembrei da letra de uma música da Marisa Monte:
"Água também é mar
E aqui na praia
também é margem

Já que não é urgente
Aguente e sente
aguarde o temporal
Chuva também
é água do mar lavada

No céu imagem
Há que tirar o sapato
e pisar
Com tato nesse litoral

Gire a torneira,
Perigas ver
Inunda o mundo,
o barco é você

Na distância, há de sonhar
Há de estancar
Gotas tantas não demora
Sede estranha"

PS: Falando em música brasileira, ela está contudo, pois é escutada por todo o lugar. Umas três vezes já entrei em lojas onde estavam tocando músicas dela e ontem aqui na frente do ap, em Praga está dando "Bate forte o tambor" (não deve ser esse o nome da música, mas vocês sabem qual é). E assim, já estou em Praga e as postagens ainda em Veneza, porque não dá tempo para tudo, mas logo começo as daqui. Beijos para todos.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Coisas que o Brasil podia copiar

Sem dúvida o Brasil podia copiar um pouco do Velho Mundo (afinal eles são mais experientes) em algumas coisas e a primeira delas podia ser o transporte público. O sistema de metro faz com que possamos nos deslocar rapidamente, coisa bem boa estar num lado da cidade, entrar para baixo da terra e alguns minutos depois estar no outro lado da cidade.
Entre as cidades o sistema de trens é muito bom. Fomos para Veneza de trem e ao sentar procurei o cinto de segurança e não tem. Não é necessário pois a viagem é super tranquilo, nenhuma parada bruta, nada que faça o corpo se mexer da cadeira. Consigo ler sem enjoar, tomamos mate e a mesinhas e as quatro cadeiras uma na frente da outra fazem com que se monte o cenário de uma "sala de visita" ou restaurante. Então as quatro horas até Veneza foram muito prazeirosas e passaram muito rápido.

Clique da viagem:


Ao chegarmos em Veneza meu pai disse que tinhamos um ônibus e imaginei um, mas ele era um barco, eu tinha noção que Veneza era totalmente água e que realmente não tinha veículos que não os aquáticos. Outra surpresa, o sistema de barcos deles é muito bom também e andamos com facilidade, aliás, cada deslocamento já era um passeio.


Além do transporte público, tem outra coisa que podíamos caminhar, as descargas aqui tem dois botões, uma para xixi e outra para coco. Mais água ou menos água dependendo da situação, não é algo muito inteligente?


sábado, 16 de julho de 2011

Palíndromo - Roma - Amor

Dessa vez estou escrevendo um diário de viagem, pela primeira vez, além do blog, vou escrever um diário pessoal, são muitas as aventuras em uma viagem como essa, não dá para não guardar para a "posteridade".

Estava pensando em um post para hoje e decidi que hoje, aqui terá uma cópia fiel do diário, só hoje :P

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Roma, 16 de julho de 2011.

Conseguimos acordar bem cedo conforme o previsto e as 8:30 já estávamos entrando no Coliseu, conforme queríamos. Já pegamos um pouco de fila e estava apenas abrindo. Por falar em fila, ficamos em uma enorme no Vaticano para entrar na Basílica São Pedro (linda, deslumbrante!), mas ela andou rápido!

Queríamos ir na Capela Cistina e então descobrimos que ela fica dentro do Museu do Vaticano. Não havia fila para entrar, mas lá dentro sim. Sábado é um dia com muito movimento nos pontos turísticos. Falando em turistas, Roma está cheio deles e grande parte é de brasileiros.

Ponto bizarro do dia - as pessoas comprando lenços de Roma e amarrando nas pernas, como um saiote, já que não pode entrar de short curto ou mini saia no Vaticano.

Ponto fraco - fizemos passeios que exigiram muita caminhada (o dia todo) num dia só. Resultado: a Luciana já não conseguia mais caminhar e faltou pique para entrarmos no Castelo de Santangelo, mas ficamos embaixo, olhando para ele, tomando cerveja.

Ponto alto - acho que o melhor do dia de hoje foi a capela, ops, a Basílica (não posso rebaixar tal grandiosidade) São Pedro. Linda de morrer!

A noite terminou no ap, janelas bem abertas para rua, para entrar ar e ver o movimento, com strogonofe. Compramos um arroz que vinha numa caixa e surpresa, quando abrimos vimos que se tratava de arroz quebrado, a quirela brasileira, mas tudo bem, deu para comer.

Amanhã, as 10:25 da manhã pegamos um trem para Veneza (cidade dos meus sonhos). Previsão do tempo para viagem - 4 horas.

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Agora quanto ao nome da postagem, ela se refere ao que está escrito numa camiseta muito bonita que eu comprei hoje. Gosto de palíndromos, e esse é bem legal, principalmente para brasileiros.

Mando notícias assim que possível.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

E a Itália!!!

É bem como imaginei, sem tirar nem pôr, muita cor, gente, calor e flores nas sacadas.
Tudo muito lindo, muito o que se ver, inúmeros pontos turísticos, mas o melhor mesmo é simplesmente andar pela rua, tudo é interessante.
Foge um pouco dos padrões europeus, o metrô é um lixo, muitas ruas estão sujas, mas tem uma vida e um astral muito legal. História, clima bom, espaços interessantes e o pessoal é muito simpático. Também tem os helados, as "birras" (cervejas italianas), as pastas, gente falando alto e turista por todo o lado.
Não tem internet no ap e o ciber aqui de perto estava sem conexão, estou aqui num restaurante torcendo para que a senha de wi-fi deles funcione ou que eu consiga outra conexão. Mas assim, decidi ir escrevendo os posts independente de ter meio ou não para postá-los no dia, então se num mesmo dia entrar mais de um post de diferentes ocasiões não estranhem, pois é o melhor que conseguirei fazer.
Ah, e aproveito para agradecer ao João, namorado da minha amiga Letícia, que entendeu o meu desespero e ficou até a meia noite dando um jeito no meu computador no dia antes da partida já em POA. Agora meu computador já consegue navegar em redes wi-fi. Obrigada João, estou te devendo uma.

A conexão está bem ruim, então consegui baixar poucas fotos.



Metáforas e/de viagem

Longas viagens geralmente iniciam com decolagens, coisa que eu adoro.
Muitos ficam apreensivos, já eu, adoro a sensação de sair do chão, o friozinho na barriga.
Num minuto estamos com os pés (ou as rodas) no chão e depois, como num passe de mágica estamos voando, fora do chão, da realidade, do concreto.
O tempo estava feio aqui embaixo, frio e com muitas nuvens, depois da decolagem, um pouco mais alto, muito sol e nuvens bem branquinhas ao longe. Muito lindo!
Essa é a sensação de uma decolagem e de um início de viagem. O chão sai de baixo, mas para voarmos, para conhecermos o desconhecido.

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E por falar em início de viagem tudo corre as mil maravilhas. Os vôos tiveram apenas pequenos atrasos e foram bem tranquilos., e a bagagem de todos chegou. O cansaço do primeiro dia depois de uma noite mal dormida e da diferença do fuso horário, já foi superado com uma boa noite de sono.
E aqui, o tempo está maravilhoso. Muito sol, cor e uma brisa agradável para refrescar!


domingo, 10 de julho de 2011

Tic, tac, tic, tac.

E não é que está chegando a hora! Estava aqui checando documentos e bagagens, já que tudo tem que estar prontinho e organizado e, até a hora do ônibus para Porto Alegre, na terça-feira, não terei quase nada de tempo livre.
Viagens como essas, não muito curtas e para lugares distantes, não são simples férias, são mais do que isso, pois são férias da própria vida. E aconselho isso para todo mundo!
Um mês indo a lugares desconhecidos, provando outros sabores, escutando outros idiomas e aproveitando muito tudo isso traz um distanciamento que permite tanta coisa.
É bom sair um pouquinho de cena de sua própria vida e pensar no que está se fazendo e como está se vivendo. Longe cotidiano o percebemos melhor, pois de fora é tão mais fácil se dar conta das coisas.
Além disso, sempre voltamos renovados de uma viagem dessas, cheios de novos parâmetros, conhecimento e com novas visões.
Minha expectativa é enorme, tenho certeza que esse um mês tem tudo para ser inesquecível.
Ótimas companhias, lugares que pelas fotos são lindos, verão como eu tanto gosto e muita vontade de curtir tudo isso.
Um mês longe daqui é bom para tantas outras coisas também. Dar um tempo para o que é chato, difícil e cansativo, e voltar com mais fôlego, para mudar o que dá, ou conviver com o que é impossível alterar. Do que é ótimo e essencial também pode ser bom ficar um tempinho afastado, para depois matar as saudades.
Um mês pode ser tempo suficiente para amadurecimentos ou perecimentos, assim como para decisões e mudanças.
Não estou esquecendo do essencial para aproveitar bem uma viagem: desprendimento, tolerância, curiosidade, paciência e espírito de aventura.
Que comece logo o período das comidas diferentes, de algumas línguas incompreensíveis, dos aeroportos, mapas, trens e gente diferente, pois adoro e estou precisando!

sábado, 2 de julho de 2011

O "modelito" mais adequado

O Lugares, pessoas, palavras... trocou de "roupa" para melhor se adequar a situação. Ele agora vai voltar a sua finalidade inicial, a de um Diário de Viagem. Foi para isso que ele surgiu há quase três anos atrás.

Acabei gostando da função e adaptando o conteúdo do blog e a sua finalidade, mas essa é a faceta do blog que eu mais curto de fazer, pois amo falar sobre viagens tanto quanto viajar. Trocar idéias e impressões sobre lugares, incentivar as pessoas a viajarem e auxiliar na organização de viagens de amigos são coisas que faço com muito prazer.

Faltam 11 dias para a partida, a arrumação das malas começa, além de ter que deixar tudo organizado e planejado por aqui.

O roteiro dessa vez promete ser surpreendente. Todo mundo que já foi nos lugares para os quais vamos falam maravilhas e, pelo o que tenho visto na internet e nos guias, os comentários não são exageros.

Agora falta pouco! :)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"El Ateneu" e a "Recoleta"

Existem lugares que ao conhecer pensei:
"Ainda bem que não morri antes de ter a oportunidade de ter botado meus pés aqui!".

Senti isso na Torre Eiffel, no Pão de Açúcar, a primeira vez em que andei de avião, sentada num pequeno parque no interior da França, em cima de uma cachoeira no Morro Redondo, entre outros inúmeros lugares.

Semana passada tive esse pensamento ao entrar na livraria “El Ateneu” em Buenos Aires.

A livraria El Ateneo Grand Splendid, é todo um ícone de Buenos Aires. Já foi distinguida como a segunda livraria mais bonita do mundo de acordo do artigo do jornal britânico The Guardian (...). A livraria El Ateneo é considerada das mais privilegiadas, tanto por suas qualidades arquitetônicas como para a conservação e os detalhes do conjunto. Segundo Dodson, na sua pesquisa “.. El Ateneo manteve o seu esplendor original, com seu teto pintado, varandas originais e esculturas e ornamentos intacta. Mesmo até sua cortina de veludo é parte do show. Há cadeiras espalhadas pelos saloes, o cenario é usado como café e, ainda melhor, os balcoes são utilizados como salas de leitura .. ” (fonte: www.ohbuenosaires.com).

Esse informação que encontrei na Internet foi totalmente aprovada e conferida por mim.

Pela fotos, alguém não concorda?


É melhor irem conferir pessoalmente, pois garanto que vale muito a pena, mas as fotos já servem para dar uma idéia de como é bonita e diferente a livraria.

Ela fica localizada na Avenida Santa Fá, n° 1869, na Recoleta, um dos bairros mais nobres de Buenos Aires.

Depois de um passeio por ela, recomendo uma caminhada até o Cemitério da Recoleta, onde está enterrada Evita Perón, alguns acham mórbido visitar cemitérios, mas ele é bem bonito, e hoje é um ponto turístico de Buenos Aires, muito frequentado por turistas de todo o mundo. O clima é bem diferente, não me sinto em um cemitério estando por lá.

A caminhada até lá é de aproximadamente 20 minutos, desde o “El Ateneu”, mas o bairro da Recoleta é muito bonito, fazendo valer a pena a caminhada. Depois do passeio pelo o cemitério é possível aproveitar e almoçar num dos inúmeros restaurantes que ficam ao seu redor, visitar a Feira da Recoleta, o Hard Rock Café Argentino, o shopping de Movéis e Objetos e o Museu Nacional de Belas Artes, pois todos esses lugares são juntos, sendo esse local o mais movimentado da Recoleta.

No domingo em que estive lá, como estava muito sol, dezenas de pessoas aproveitaram e ficaram deitadas num grande gramado que fica no centro de todos esses lugares que eu mencionei.

Luciana na Recoleta

(ao fundo o shopping, mais atrás o cemitério e ao lado um pedacinho do prédio do museu)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Buenos Aires

O feriadão em Buenos Aires foi maravilhoso, pois foi "cheio":

- de sol;


- de lugares lindíssimos;

- de fotos;


- de ótimas companhias;



- de novidades;


- de muita gente para se conhecer;

- e de utilização de várias línguas diferentes.
Como gosto muito de tudo isso, o feriadão foi perfeito.

OBS: quando soube do números de horas que teria que ficar no ônibus fiquei um pouco apreensiva, já que eram muitas, mas as várias horas passaram rapidamente. Como ou eu estava conversando ou dormindo, as horas no ônibus, ao contrário do que eu imaginei, não foram um ônus da viagem, e sim uma parte boa dela.


- meu corpo ainda está um pouco cansado da maratona, preciso dormir cedo para me recuperar, mas a mente está totalmente descansada.

Mais uma vez repito: como é bom viajar.

Fernando Pessoa já dizia: "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fazendo as malas


Arrumar mala é um exercício de adivinhação. Será que vai chover todos os dias de viagem? Ou será que vai fazer muito calor? Será que a previsão de temperatura está certa? Será que vou precisar de alguma roupa mais arrumada ou só o básico de viagem jeans e tênis serão necessários?

Levar muita coisa é ruim, pois viagem é para ser algo leve. Nada de um monte de tranqueiras! Mas também não é bom quando esquecemos algo importante.

A experiência em malas me fez saber que é melhor arrumar mala um dia antes de partir pelo menos e com calma. Nada de fazer mala minutos antes de sair, pois acabamos levando um monte de coisas inúteis e deixamos coisas importantes.

Alguns dizem que fazer mala é uma arte, eu já acho que é questão de treino, praticidade e simplicidade.

Quanto ao destino, estou indo passar o feriadão em Bueno Aires. Já estive lá uma outra vez só, no ano passado e foi por poucos dias, então ainda tenho muito o que conhecer por lá.
Se tiver como, mando notícias!
Bom feriado para todos.

sábado, 21 de agosto de 2010

Montevideo

Oi! Estamos em Montevideo, uma cidade muito bonita e agradável. O tempo está colaborando muito, pois aqui faz sol e a temperatura está amena.
Temos passeado e caminhado bastante. Já fomos no Mercado, na Cidade Velha, no Centro antigo e caminhamos muito na Rambla.
Não tenho muito tempo para escrever então aqui vão algumas fotos.






Hasta luego!