domingo, 20 de janeiro de 2013
Portas entrando em automático!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
La Paloma - Uruguay


Nossa casa tinha vista para o mar e uma ampla sacada. Tivemos sorte e pegamos tempo bom, então aproveitamos muito as praias, que apesar de movimentadas nem se comparam com as do Brasil, pois há bastante espaço. A cidade é organizada e tranquila para um feriadão de ano novo.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Retomando o meu lugar na janela
"Viajar não cura sofrimentos, mas nos faz perceber que podemos ser bem mais do que turistas esporádicos - podemos, isso sim, ser viajantes durante os 365 dias do ano, em qualquer lugar em que se estiver, incluindo onde se mora. Comprometer-se com o encantamento contínuo pela vida não impede desconfortos do coração, dívidas com o banco ou conflitos familiares, mas dá uma trégua pra alma". Marta Medeiros sábado, 27 de agosto de 2011
E a volta...
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Carta diretamente de Londres
Oi! Como está tudo por ai? Já sinto falta de saber as novidades e o que está acontecendo no Brasil.
Primeiramente quero dizer que não precisam se preocupar, realmente estão acontecendo algumas coisas violentas aqui por Londres, saques, manisfestações, rebeliões e esses tipos de coisas, mas tudo isso numa área afastada do centro de Londres, do lugar onde estamos hospedadas aqui (Balham) e também da nossa escola.
Além disso, acho que por causa desses acontecimentos eles aumentaram o policiamento e nos pontos turísticos e principais da cidade tudo está muito calmo. Estamos nos cuidando, não se preocupem.
Hoje minha aula foi sobre notícias nos jornais então aprendi várias palavras. A escola é bem legal.
Falta poucos dias para volta, e eu estou com um misto de sentimentos. Vontade de não ir embora, começo a me afeiçoar e me acostumar com as pessoas e coisas daqui, ao mesmo tempo que fico com saudades da minha cidade e das "minhas pessoas".
O fato de minhas férias acabarem juntamente com a minha viagem colaboram para o fato de eu não querer saber de ir embora. Já adoro a escola, a familiaridade com o metro, os lugares aos quais tenho ido.
Mas também fico louca para entregar os presentes que já estão enchendo a minha mala e matar as saudades de todos. Estou aqui, escrevendo sentada na minha cama com um bichinho que comprei para a Gabi do meu lado, imaginando como vai a reação dela quando ela receber. Ontem vi um vídeo com a Helena e fiquei revendo, impressionada com o tamanho dela. Saudade das minhas guriazinhas!
Vontade também de logo passar para os meus alunos as coisas que ando aprendendo, contar as histórias que estou levando e tudo mais.
E por falar em contar, as gurias e a minha irmã tão impressionada em como eu falo e conto coisas, vontade de contar essa viagem que eu estou gostando tanto, para as pessoas que eu tanto adoro.
Assim eu fico, aproveitando cada segundinho de resta, pensando que é uma pena que está terminando, mas também que, "tá bem", não vai ser tão ruim voltar. Mas confesso que se pudesse ficava mais um pouquinho que fosse. Como ainda tenho uns 4 dias, vou fazer eles render muito.
Dos próximos planos, mais uma ida ao teatro, ida a Greenwich, museu, mais pubs, últimas comprinhas e mais um pouco de inglês :)
Saudades,
Clá
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ainda Berlim
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BERLIM
- apartamento cheio de livros, perto da estação;
- ursos pela cidade;
- modernidade;
- ônibus n° 100 de dois andares, para passar pelos pontos turísticos;
- duas cidades em uma só;
- um pedaço de muro que significa tanta coisa;
- frio (mais do que se esperava);
- zoológico;
- tantas crianças loirinhas;
- um sistema de trem e metros mais díficil de utilizar do que os das outras cidades;
- o inglês sendo cada vez mais necessário e essencial;
- pessoas tão altas;
- a cidade estava um cinza, da mesma forma que eu imaginava quando estudava história.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Contrastes
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Praga

quarta-feira, 20 de julho de 2011
Veneza
No filme Comer, Rezar e Amar os personagens em um momento comentam sobre qual a palavra definiria cada cidade. Eu acho que a que defini Veneza é ÁGUA, mas não achem que é pelo óbvio motivo dela ser cercada e cortada por muita água, e sim porque água significa para mim muita coisa. Não é a simples H2O, como aprendemos na escola, insípida, inodora e incolor quando tratada, e nem só a fonte da vida. Para mim ela é revigorante, energética, inspiradora. O astral que a água dá para uma cidade é inegável, imaginem o Rio de Janeiro sem o mar, Veneza sem seus canais e até Pelotas sem a lagoa e o arroio, não iam perder toda a graça?
"Água também é mar
E aqui na praia
também é margem
Já que não é urgente
Aguente e sente
aguarde o temporal
Chuva também
é água do mar lavada
No céu imagem
Há que tirar o sapato
e pisar
Com tato nesse litoral
Gire a torneira,
Perigas ver
Inunda o mundo,
o barco é você
Na distância, há de sonhar
Há de estancar
Gotas tantas não demora
Sede estranha"
terça-feira, 19 de julho de 2011
Coisas que o Brasil podia copiar
Entre as cidades o sistema de trens é muito bom. Fomos para Veneza de trem e ao sentar procurei o cinto de segurança e não tem. Não é necessário pois a viagem é super tranquilo, nenhuma parada bruta, nada que faça o corpo se mexer da cadeira. Consigo ler sem enjoar, tomamos mate e a mesinhas e as quatro cadeiras uma na frente da outra fazem com que se monte o cenário de uma "sala de visita" ou restaurante. Então as quatro horas até Veneza foram muito prazeirosas e passaram muito rápido.
Ao chegarmos em Veneza meu pai disse que tinhamos um ônibus e imaginei um, mas ele era um barco, eu tinha noção que Veneza era totalmente água e que realmente não tinha veículos que não os aquáticos. Outra surpresa, o sistema de barcos deles é muito bom também e andamos com facilidade, aliás, cada deslocamento já era um passeio.
Além do transporte público, tem outra coisa que podíamos caminhar, as descargas aqui tem dois botões, uma para xixi e outra para coco. Mais água ou menos água dependendo da situação, não é algo muito inteligente?
sábado, 16 de julho de 2011
Palíndromo - Roma - Amor
Agora quanto ao nome da postagem, ela se refere ao que está escrito numa camiseta muito bonita que eu comprei hoje. Gosto de palíndromos, e esse é bem legal, principalmente para brasileiros.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
E a Itália!!!
Tudo muito lindo, muito o que se ver, inúmeros pontos turísticos, mas o melhor mesmo é simplesmente andar pela rua, tudo é interessante.
Foge um pouco dos padrões europeus, o metrô é um lixo, muitas ruas estão sujas, mas tem uma vida e um astral muito legal. História, clima bom, espaços interessantes e o pessoal é muito simpático. Também tem os helados, as "birras" (cervejas italianas), as pastas, gente falando alto e turista por todo o lado.
Não tem internet no ap e o ciber aqui de perto estava sem conexão, estou aqui num restaurante torcendo para que a senha de wi-fi deles funcione ou que eu consiga outra conexão. Mas assim, decidi ir escrevendo os posts independente de ter meio ou não para postá-los no dia, então se num mesmo dia entrar mais de um post de diferentes ocasiões não estranhem, pois é o melhor que conseguirei fazer.
Ah, e aproveito para agradecer ao João, namorado da minha amiga Letícia, que entendeu o meu desespero e ficou até a meia noite dando um jeito no meu computador no dia antes da partida já em POA. Agora meu computador já consegue navegar em redes wi-fi. Obrigada João, estou te devendo uma.
Metáforas e/de viagem
Muitos ficam apreensivos, já eu, adoro a sensação de sair do chão, o friozinho na barriga.
Num minuto estamos com os pés (ou as rodas) no chão e depois, como num passe de mágica estamos voando, fora do chão, da realidade, do concreto.
O tempo estava feio aqui embaixo, frio e com muitas nuvens, depois da decolagem, um pouco mais alto, muito sol e nuvens bem branquinhas ao longe. Muito lindo!
Essa é a sensação de uma decolagem e de um início de viagem. O chão sai de baixo, mas para voarmos, para conhecermos o desconhecido.
E por falar em início de viagem tudo corre as mil maravilhas. Os vôos tiveram apenas pequenos atrasos e foram bem tranquilos., e a bagagem de todos chegou. O cansaço do primeiro dia depois de uma noite mal dormida e da diferença do fuso horário, já foi superado com uma boa noite de sono.
E aqui, o tempo está maravilhoso. Muito sol, cor e uma brisa agradável para refrescar!
domingo, 10 de julho de 2011
Tic, tac, tic, tac.
Viagens como essas, não muito curtas e para lugares distantes, não são simples férias, são mais do que isso, pois são férias da própria vida. E aconselho isso para todo mundo!
Um mês indo a lugares desconhecidos, provando outros sabores, escutando outros idiomas e aproveitando muito tudo isso traz um distanciamento que permite tanta coisa.
É bom sair um pouquinho de cena de sua própria vida e pensar no que está se fazendo e como está se vivendo. Longe cotidiano o percebemos melhor, pois de fora é tão mais fácil se dar conta das coisas.
Além disso, sempre voltamos renovados de uma viagem dessas, cheios de novos parâmetros, conhecimento e com novas visões.
Minha expectativa é enorme, tenho certeza que esse um mês tem tudo para ser inesquecível.
Ótimas companhias, lugares que pelas fotos são lindos, verão como eu tanto gosto e muita vontade de curtir tudo isso.
Um mês longe daqui é bom para tantas outras coisas também. Dar um tempo para o que é chato, difícil e cansativo, e voltar com mais fôlego, para mudar o que dá, ou conviver com o que é impossível alterar. Do que é ótimo e essencial também pode ser bom ficar um tempinho afastado, para depois matar as saudades.
Um mês pode ser tempo suficiente para amadurecimentos ou perecimentos, assim como para decisões e mudanças.
Não estou esquecendo do essencial para aproveitar bem uma viagem: desprendimento, tolerância, curiosidade, paciência e espírito de aventura.
Que comece logo o período das comidas diferentes, de algumas línguas incompreensíveis, dos aeroportos, mapas, trens e gente diferente, pois adoro e estou precisando!
sábado, 2 de julho de 2011
O "modelito" mais adequado
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
"El Ateneu" e a "Recoleta"
"Ainda bem que não morri antes de ter a oportunidade de ter botado meus pés aqui!".
Senti isso na Torre Eiffel, no Pão de Açúcar, a primeira vez em que andei de avião, sentada num pequeno parque no interior da França, em cima de uma cachoeira no Morro Redondo, entre outros inúmeros lugares.
Semana passada tive esse pensamento ao entrar na livraria “El Ateneu” em Buenos Aires.
A livraria El Ateneo Grand Splendid, é todo um ícone de Buenos Aires. Já foi distinguida como a segunda livraria mais bonita do mundo de acordo do artigo do jornal britânico The Guardian (...). A livraria El Ateneo é considerada das mais privilegiadas, tanto por suas qualidades arquitetônicas como para a conservação e os detalhes do conjunto. Segundo Dodson, na sua pesquisa “.. El Ateneo manteve o seu esplendor original, com seu teto pintado, varandas originais e esculturas e ornamentos intacta. Mesmo até sua cortina de veludo é parte do show. Há cadeiras espalhadas pelos saloes, o cenario é usado como café e, ainda melhor, os balcoes são utilizados como salas de leitura .. ” (fonte: www.ohbuenosaires.com).
Esse informação que encontrei na Internet foi totalmente aprovada e conferida por mim.
Pela fotos, alguém não concorda?
É melhor irem conferir pessoalmente, pois garanto que vale muito a pena, mas as fotos já servem para dar uma idéia de como é bonita e diferente a livraria.
Ela fica localizada na Avenida Santa Fá, n° 1869, na Recoleta, um dos bairros mais nobres de Buenos Aires.
Depois de um passeio por ela, recomendo uma caminhada até o Cemitério da Recoleta, onde está enterrada Evita Perón, alguns acham mórbido visitar cemitérios, mas ele é bem bonito, e hoje é um ponto turístico de Buenos Aires, muito frequentado por turistas de todo o mundo. O clima é bem diferente, não me sinto em um cemitério estando por lá.
A caminhada até lá é de aproximadamente 20 minutos, desde o “El Ateneu”, mas o bairro da Recoleta é muito bonito, fazendo valer a pena a caminhada. Depois do passeio pelo o cemitério é possível aproveitar e almoçar num dos inúmeros restaurantes que ficam ao seu redor, visitar a Feira da Recoleta, o Hard Rock Café Argentino, o shopping de Movéis e Objetos e o Museu Nacional de Belas Artes, pois todos esses lugares são juntos, sendo esse local o mais movimentado da Recoleta.
No domingo em que estive lá, como estava muito sol, dezenas de pessoas aproveitaram e ficaram deitadas num grande gramado que fica no centro de todos esses lugares que eu mencionei.
(ao fundo o shopping, mais atrás o cemitério e ao lado um pedacinho do prédio do museu)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Buenos Aires
- de muita gente para se conhecer;
OBS: quando soube do números de horas que teria que ficar no ônibus fiquei um pouco apreensiva, já que eram muitas, mas as várias horas passaram rapidamente. Como ou eu estava conversando ou dormindo, as horas no ônibus, ao contrário do que eu imaginei, não foram um ônus da viagem, e sim uma parte boa dela.
- meu corpo ainda está um pouco cansado da maratona, preciso dormir cedo para me recuperar, mas a mente está totalmente descansada.
Mais uma vez repito: como é bom viajar.
Fernando Pessoa já dizia: "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos".
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Fazendo as malas

Levar muita coisa é ruim, pois viagem é para ser algo leve. Nada de um monte de tranqueiras! Mas também não é bom quando esquecemos algo importante.
A experiência em malas me fez saber que é melhor arrumar mala um dia antes de partir pelo menos e com calma. Nada de fazer mala minutos antes de sair, pois acabamos levando um monte de coisas inúteis e deixamos coisas importantes.
Alguns dizem que fazer mala é uma arte, eu já acho que é questão de treino, praticidade e simplicidade.







